A SUBCULTURA DOS “CIENTISTAS DO KARATE”

Há algumas semanas atras eu me deparei com uma postagem à qual alguém argumentava a diferença entre kime e força ao aplicar uma determinada técnica para romper uma tábua. O argumento em questão era ilustrado com a imagem do perfil de uma tábua, com linhas imaginárias simulando a direção de onde viria a força e para onde ela iria parar, ao lado uma variante que representava a antítese.
Junto à tudo isso, números e letras o qual se você não foi um bom estudante das aulas de física no ensino médio jamais irá entender. Continuar lendo A SUBCULTURA DOS “CIENTISTAS DO KARATE”