A SUBCULTURA DOS “CIENTISTAS DO KARATE”

Há algumas semanas atras eu me deparei com uma postagem à qual alguém argumentava a diferença entre kime e força ao aplicar uma determinada técnica para romper uma tábua. O argumento em questão era ilustrado com a imagem do perfil de uma tábua, com linhas imaginárias simulando a direção de onde viria a força e para onde ela iria parar, ao lado uma variante que representava a antítese.
Junto à tudo isso, números e letras o qual se você não foi um bom estudante das aulas de física no ensino médio jamais irá entender. Continuar lendo A SUBCULTURA DOS “CIENTISTAS DO KARATE”

KARATE NO MUNDO DO MMA – Adaptações

Ainda sobre a pertinente questão sobre as comparações e/ou adaptações do karate em lutas de contato pleno, que acabou se tornando o maior tabu em relação ao karate que encontramos hoje, tenho visto que o último artigo que escrevi sobre o tema despertou a curiosidade e abriu os olhos de muita gente.

Feliz com o feedback positivo dos praticantes da arte das mãos vazias, resolvi dividir um pouco do que eu tenho percebido ao adaptar o meu karate tradicional a lutas de contato.

Neste artigo, irei pontuar e enumerar as vantagens e desvantagens do karateka ao se aventurar em lutas de contato. Continuar lendo KARATE NO MUNDO DO MMA – Adaptações

PORQUE ME TORNEI ATLETA DO KARATE COMBAT?

Ano passado surgiu uma liga de Karate onde renomados atletas de competição de semi contato lutavam na regra de contato pleno num evento  bem distinto do que estávamos acostumados a ver. A peculiaridade do evento, conhecido como KARATE COMBAT,começava pelo formato da área de competição o qual ficou conhecido como “The Pit” e toda produção e clima dos filmes oitentistas de artes marciais qual inspiram artistas marciais até os dias de hoje. Continuar lendo PORQUE ME TORNEI ATLETA DO KARATE COMBAT?