ESPORTE NO MUNDO CORPORATIVO – 4ª parte

Olá pessoal! Chegamos à penúltima parte desse assunto que venho abordando há algumas semanas: de como o mundo esportivo é parecido com o corporativo. Se você não leu os tópicos anteriores, clique aqui para ler o primeiro, segundo e terceiro artigo.

Acredito piamente que todos os assuntos abordados são de suma importância, porém o tópico de hoje na minha opinião é que o te diferencia entre um amador com vontade ou um atleta profissional. Vamos então ao que interessa.

3. Análise de estratégias dos concorrentes;

Obviamente, não tratamos concorrentes, seja no esporte ou seja no mundo corporativo como inimigos. São concorrentes, adversários. Porém o pensamento deve ser o mesmo do de Sun Tzu, famoso general estrategista que escreveu “A arte da guerra”. Assim como no esporte, não adianta você ser muito bom na sua proposta se você não conhece a proposta do seu concorrente. É fundamental que você conheça e entenda cada passo do seu concorrente ou adversário.

Nas artes marciais, se você é um atleta que só ataca quando está perto do seu oponente e vai lutar justamente com um especialista em lutas de curta distância, ou você acredita que a sua técnica é muito superior ou você é insano. No mundo corporativo, por muitas vezes independente da sua estratégia no trabalho, ela deve ser pautada também em cima da estratégia do concorrente. De que forma?

Não quero dizer que sua “luta” deva ser baseada exclusivamente na estratégia do adversário. Mas garanto que a estratégia dele servirá como base de estudo para você montar a sua, pautada nos seus pontos fortes e seus gaps. Não é sobre mudança da sua essência e sim sobre adaptação em colocar seus pontos fortes em determinados momentos específicos, é sobre usar iscas para forçar o adversário a entrar no seu jogo, afinal, por muitas vezes, a vitória será antes de tudo na cabeça do seu oponente.

Pode ter certeza, não há nada pior para quem está competindo, seja pelo que for, do que saber que seu adversário entende cada passo da sua estratégia. Quem já passou por isso, sabe o quão impotente você se sente ao ver que nada do que você produz, está fazendo efeito. Esse é o momento em que você venceu (ou perdeu) esse jogo mental. Imponha o seu ritmo (seja ritmo de luta, seja ritmo de trabalho), lute no seu terreno para reduzir a chance de derrota. A águia quando captura uma cobra, não luta com ela no solo, pois no solo a cobra é extremamente perigosa. A águia leva a cobra para o céu e lá a destrói. E você? De qual lado você quer estar? Vai assumir o controle e trazer seu adversário / concorrente para o seu jogo ou será conquistado?

Até a próxima! OSSU!

Daniel Caputo
Faixa Preta 5º Dan CBK

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