KARATE NEWS ESPECIAL – 08/12/2012

O karate em notícias

Com Roberto Sant’anna,Tiago Frosi e Pinto San

 

– Link para o video da noticia na NHK ( em japones)

 

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Sobre Pinto San

Estudante de karate há quase 20 anos, amante da cultura japonesa desde os 8 anos de idade e viciado em lámem. Casado com Priscilla Pinto ( filha de japonês), decidimos vir para o Japão pra levantar uma grana trabalhando nas terríveis fábricas japonesas, e treinar muito karate. Treino em um pequeno Dojo no interior do Japão, mas todos os anos em embarco em aventuras pelo país/ilha, procurando os melhores dojo de shotokan para aprender mais karate. Meu objetivo é simples, ser o melhor karateka do mundo! Claro que isso é impossível, mas no fim das contas o mais importante mesmo é a jornada.

Publicado em 10/12/2012, em KARATE NEWS e marcado como , , , , , , , , . Adicione o link aos favoritos. 12 Comentários.

  1. A ira não combina com Arte Marcial !

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  2. Rommel Asfora

    A meu ver isso é um caso isolado e não define e nem prejudica o Karate-Do de forma geral!

    Mas o grande problema é que o Karate-do é uma arte de OKINAWA, e é ensinado por japoneses, que não entendem a filosofia, do mesmo modo que as outras artes japonesas, levando mais em consideração o Jutsu em detrimento ao Do, ou seja nas universidades só se foca kumite, o que eu acho errado…

    Rommel Asfora
    25 Anos
    2º Kyu – Faixa Roxa
    Federação Pernambucana de Karate Kawamura

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    • Rommel, você percebe que o foco das universidades em kumite vem do fato de que eles precisam competir. Então se levarmos essa conversa adiante, chegaremos à origem do problema: pressão para se tornar “o melhor” vem do fato de precisar “vencer” competições. Eu sou contra competições no karate e “karate esporte”. O Aikido vai muito bem sem isso, acho que o Karate também não precisa.

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  3. Franz QUIROZ

    Muito bem Colocado Edison Arruda, A ira não combina com a Arte Marcia (2)!

    Abraço Pinto San e Sensei Roberto!

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  4. Luiz Felipe

    Pinto

    Eu também já ouvi falar em alguns casos sobre esse tipo de postura entre japoneses.
    Eu tive a experiência de conhecer alguns japoneses na Austrália, onde morei durante um tempo e era impressionante a quantidade japoneses que moravam por lá que tinham a idade entre 20 e 35 anos e que não queriam mais voltar a morar no japão por nada.
    Eles não falavam diretamente o porque, mas quando se tinha um pouco mais de intimidade com alguns deles os mesmos falavam o quanto eles era cobrados, não falavam muito em violência física apesar de que várias diziam ser normal levar tapas no rosto ou na cabeça na escola quando faziam alguma coisa errada, mas a pressão social e especialmente familiar para que fossem os melhores diziam que era a pior pressão.
    Então eu via japoneses que tinham trabalhado em grandes multinacionais japonesas ou na bolsa de valores trabalhando como garçom, lavador de pratos, salva-vida, enfim eles preferiam trabalhar em qualquer coisa na Austrália mesmo ganhando pouco do que viver a pressão que estavam vivendo.
    Na minha opinião não acho que isso acabe com a grande reputação japonesa no mundo de gente educada e civilizada, continuo achando que eles ainda tem muito a ensinar, mas acho que situações como essa ajuda a se ter um olhar mais crítico sobre a forma japonesa de se ensinar, temos que saber apreciar e copiar o que há de bom e rejeitar sim o que nós achamos que não é interessante.
    Em geral nunca me adaptei a treinar com os japonese por conta dessas situações que eu já tinha percebido, salvo algumas raríssimas exceções de japponeses que tinha se adaptado com a cultura ocidental, não concordo e prefiro abdicar do aprendizado do que pasar por uma situação como essa.

    Abraços

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  5. Oss Daniel Sensei

    sinto muito pelo ocorrido é muito triste para todos nós….

    à familia do Sensei e ao do universitário meus sentimentos , pois são duas vidas desperdiçadas , que poderiam ajudar à muitas outras e se veem ceifadas…

    Oss
    alberto
    Shudokan – Santos – SP.

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  6. Francinaldo

    Acho que os japas estão começando a abrir os “zóios”.
    Tem que parar para refletir sobre este tipo de prática, autoritarismo e covardia sobre os alunos não combina com a filosofia do karate do, mas infelizmente falar do DOJO KUN e depois agir com prepotência, arrogânciar ou violência é o mais comum.

    Oss!

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  7. Nada justifica tamanha violência, concerteza este jovem ja apresentava algum disturbio mental latente que somado ao modo que este era tratado por seu sensei deu no que deu. Quem nunca pensou em “esganar” o chefe por uma humilhação ou abuso isso é normal, mas dai chegar as vias de fato demonstra um tremendo desequilibrio psiquico que precisa do tratamento adequado por profissional qualificado. Este fato não é exclusivo do karate e acontece em outras areas de trabalho a diferença é que no caso de um carateca este não necessita pegar uma arma (como um revolver) pois o seu próprio corpo é uma arma letal.
    Parabens pelo trabalho Pinto san e Sensei Roberto

    Abço.

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  8. Felipe Andrade. Arraial do Cabo-RJ

    é complicado julgar uma cultura que não é a sua

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  9. Muito triste ! “Conter o espírito de agressão”

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  10. PARABÉNS SENSEI PELO PROGRAMA GOSTO MUITO OSS,

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  11. Rodrigo Viana

    Realmente é triste casos como esse, um momento de raiva terminar tão mau. Principalmente se tratando de uma aula de Karate.

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